O monóxido de dihidrogênio - MDH, tanto no estado sólido, no estado líquido como no estado gasoso é capaz de causar sérias queimaduras na pele.
Usam-no como solvente industrial, em pesticidas e em usinas nucleares. É o componente de maior presença na chuva ácida e a sua inalação pode provocar danos irreversíveis aos pulmões. Provoca erosão na superfície terrestre e a oxidação de metais ferrosos.
O índice de contaminação por essa terrível substância é tal que, em certas pessoas e em alguns animais, a presença do MDH pode chegar a até 85% do seu peso. Como se isso não bastasse, há médicos que recomendam a ingestão diária de dois litros do MDH.
Apesar de todos esses perigos, o MDH vem sendo usado de forma intensa e indiscriminada em todas as partes da Terra ocasionando sérios riscos à sobrevivência e ao futuro da humanidade. Um dos principais indicadores de sua letalidade é o fato de inexistirem vestígios do MDH em outros corpos celestes onde não se encontram sinais de vida como a Lua, o planeta Marte e o Sol.
Em 1997, um americano de 14 anos apresentou em classe um trabalho escolar contendo uma série de males causados pelo MDH e perguntou à turma o que fazer quanto a essa terrível substância. A maioria deles sugeriu banir tal substância e apenas um dos colegas reconheceu o monóxido de dihidrogênio - MDH como água.
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