A cozinha, área de serviço e um minúsculo banheiro da área estão inundados de merda, vômito e urina do pequeno cãozinho que comprei antes do fim da semana passada. O Zé foi levá-lo pra cama, depois de niná-lo no colo, e recebeu uma golfada do cachorro digna de Linda Blair, uns três litros de soro bebido ao longo do dia mais um pouco de carne e ração.
E eu que esperava ter um cãozinho simples, bonitinho e atrativo, acabei comprando essa mistura de dragão mirim que expele bosta, vômito e mijo. Chego em casa, e lá vem o bichinho perfumado, rabim banando, tetéia. Um carinhozinho nele e, súbito: uma enxovalhada de merda liquefeita e fedorenta, jatos de xixi e jorros de enjoamentos.
A morte do cãozinho foi decretada por um veterinário vigarista que, sem sequer tocar no bichinho, diagnosticou uma 'parvoíce', digo, uma parvovirose. Não creio na previsão dele, o vigarista, que queria me cobrar 100 reais ao dia para tentar recalchutar o cachorro na sua clínica caixa dois...
Fato é que assumimos o bichinho, seja lá o que o destino nos reserve - mesmo que ele morra, ficaremos até o fim. E cá estou eu, com a casa recendendo cachorro cagado, e o bicho meio prostrado, pequenininho, cagando e vomitando feito louco.
Eu amo a mãe natureza.
Monday, 25 May 2009
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escassas boas horas, em que a gente ri às largas, lendo o estiloso amplo universo. é um prazer te ler.
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