Thursday, 29 January 2009
Tuesday, 27 January 2009
Crianças queridas, muita calma... Não transformem seus blogs numa coisa pegajosa, com comentários inteiros sobre novelas: por mais que isso seja interessante para suas leitoras (desmioladas), elas vão se lembrar da sua frivolidade, lembrar que vc teve a audácia de usar de humor e ironia enquanto o resto do mundo apodrecia em guerras na faixa de Gaza, crises de crédito e catástrofes naturais no sul do país (isso é o mundo, essa harmonia toda, pois não?)
Irão injustamente te chamar de frívola, insensível, ao que você responderá que não faz a menor diferença, indo amargar no seu travesseiro, chorando a noite toda.
Não que faça diferença nenhuma mesmo.
Irão injustamente te chamar de frívola, insensível, ao que você responderá que não faz a menor diferença, indo amargar no seu travesseiro, chorando a noite toda.
Não que faça diferença nenhuma mesmo.
Monday, 26 January 2009
Médicos
Ó meu Deus, parece que os nossos médicos não estão regulando bem? Se erram, a terra cobre?
Morre a model0, morre a passageira do cruzeiro, morre todo mundo,
você vai no seu médico, plano de saúde milionário, espera ser a estrela do seu médico que nunca atende na hora,
e quando atende,
só fala a mesma merda de sempre (vc precisa ter mais de 40 pra poder entender isso...)
Meus malditos médicos em geral, eu oro todo dia pra Deus me defender do mal, de advogados e de vocês....
Ps: esse blog não acredita em intelectuais, médicos, desenhistas industrias, advogados e, principalmente, publicitários. Se vc pertence a um desses grupos, "foda-se o seu".
Morre a model0, morre a passageira do cruzeiro, morre todo mundo,
você vai no seu médico, plano de saúde milionário, espera ser a estrela do seu médico que nunca atende na hora,
e quando atende,
só fala a mesma merda de sempre (vc precisa ter mais de 40 pra poder entender isso...)
Meus malditos médicos em geral, eu oro todo dia pra Deus me defender do mal, de advogados e de vocês....
Ps: esse blog não acredita em intelectuais, médicos, desenhistas industrias, advogados e, principalmente, publicitários. Se vc pertence a um desses grupos, "foda-se o seu".
Globeleza
Naquele tom realista e natural com que o time de "profissionais" de merda da rede globo faz as coisas "paulistanamente", eu sugeriria o seguinte: dado que se aproxima a amolação do carnaval, uma vinheta-punheta: uma morena dançando freneticamentre, pelada e convenientemente depilada, toda pintada daquele jeito barango que o merda do Hans Donner convenceu ser um bom gosto... Aí, a camera vai se aproximando, dando closes na bunda, no peito e na vagina, até que entra na vagina mesmo, buceta, balançando com aquele rebolado loooooko. Nisso aparece um monte de bacalhau no mar, e novamente uma retardada de uma morena gostosa, cuja camera a penetra de novo na buceta, e assim ad-infinitum... ano que vem penetra no cú, coisa fina, a bunda cheia de strass e lantejoulas, se feder, o que é que tem?
Se foi a classe media-merdia que elegeu essa merda de estetica do hans donner, por favor, façam coro numa vaia.
Globeleza de cú é rôla,
tudo acentuado corretamente
segundo as novas leis de merda
da lingua de merda
portuguesa...
Se foi a classe media-merdia que elegeu essa merda de estetica do hans donner, por favor, façam coro numa vaia.
Globeleza de cú é rôla,
tudo acentuado corretamente
segundo as novas leis de merda
da lingua de merda
portuguesa...
Wednesday, 21 January 2009
Monday, 19 January 2009
Clique sobree a imagem para ver tudo. Isso é de Darío Velasco. Fiquei imaginando como eu colocaria os títulos de meus pratos...Esse cartoon ótimo é daqui, ó!
Saturday, 17 January 2009
Língua
Sempre usei minha língua para morar no país, e não para conquistar, pelo poder, essa ou aquela vantagem. Portanto, nunca fui dado a criar palavras ou expressões. Diferente dos péssimos filósofos brasileiros e dos igualmente péssimos economistas, eu creio que se um conceito necessita de mais outros três para ser entendido, então esse conceito não vale nada. E palavras que "ficam bonitas" num contexto e não dizem nada, essas palavras e expressões merecem ser banidas da língua, e de lambuja os falantes que as adotam merecem ser convidados a se retirar para uma ilha qualquer bem longe das fronteiras nacionais. Ou pro inferno, tanto faz.
Pois vejamos, gente que usa "alavancar", merece ou não um bueiro conceitual? Pior que isso, é "flexibilizar", depois de "elencar" um conjunto de vantagens. Mas hoje, atravessando uma rua, vi uma propaganda super mal desenhada como soe ser de uma das nossas péssimas empresas de telefonia celular. Lá estava aquela que é a palavra do momento: "portabilidade"... Não seria "portatibilidade", senhores? Não, tira esse "ti" que está pesando muito e fica "portabilidade", bacana, pomposo, parece justo, parece até que existe no dicionário - senão a gente, que manda, põe lá - foi como descobrir um abuso psicanalítico na péssima atuação comercial das empresas telefônicas: "portabilidade" e ainda, "portabilidade numérica"...
Pela "portabilidade" do pensamento, senhores, não cagem a língua com suas expressões vagabundas...
Pois vejamos, gente que usa "alavancar", merece ou não um bueiro conceitual? Pior que isso, é "flexibilizar", depois de "elencar" um conjunto de vantagens. Mas hoje, atravessando uma rua, vi uma propaganda super mal desenhada como soe ser de uma das nossas péssimas empresas de telefonia celular. Lá estava aquela que é a palavra do momento: "portabilidade"... Não seria "portatibilidade", senhores? Não, tira esse "ti" que está pesando muito e fica "portabilidade", bacana, pomposo, parece justo, parece até que existe no dicionário - senão a gente, que manda, põe lá - foi como descobrir um abuso psicanalítico na péssima atuação comercial das empresas telefônicas: "portabilidade" e ainda, "portabilidade numérica"...
Pela "portabilidade" do pensamento, senhores, não cagem a língua com suas expressões vagabundas...
Tuesday, 13 January 2009
Canções de escárnio
Sinto que algumas vezes a vida é generosa comigo. E no meio da mais profunda solidão um milagre acontece e vem redimir o mundo, a humanidade, os animais e vegetais, tudo enfim. Esse milagre, como soe ser aos milagres - e o que os torna, aos milagres, desacreditados entre os mais céticos -, traduz-se numa generosidade de alguém ou de alguma situação. Sim, sempre generosidade.
O velho reumático e tagarelento que vive na minha alma, o "grumpy old man", ele dá lugar ao mais perdulário e emocional dos seres, uma criatura exclamante e feliz. Eu, particularmente, nessas horas de anomalia e acometimento sentimental, eu tenho a tendência de me achar um idiota ou palhaço.
O velho reumático e tagarelento que vive na minha alma, o "grumpy old man", ele dá lugar ao mais perdulário e emocional dos seres, uma criatura exclamante e feliz. Eu, particularmente, nessas horas de anomalia e acometimento sentimental, eu tenho a tendência de me achar um idiota ou palhaço.
Monday, 12 January 2009
A propaganda
Deixa eu te falar uma coisa: eu não estou interessado.
Por mais que você pense que é um(a) herói(na), eu estou cagando os montes para seu sacrifício (foi mesmo um sacrifício? Que pena, heróis antigos não se sacrificavam, mas transbordavam, davam o que davam porque era excesso... faziam o que era preciso sem essa notinha com o imposto já descontado, como nossos heróis e heroínas atuais, você sabe, como diz o ditado: "benefícios alegados, pagos estão", era assim que destilava a venenosa da minha mãe...)
Mas como eu dizia: não estou interessado!
Você não reparou, mas o meu olhar para você, staring, na verdade não te admira, ele olha, mas é um olhar de escárnio.
Eu zombo de você a cada propaganda que você faz,
toda vez que você diz que algo ou alguém é melhor,
eu já penso exatamente o contrário.
Se você diz algo, eu penso que na verdade você está vivendo o oposto. Você é desonesto e mentiroso.
Quando você diz coisas que todo mundo toma como sábias, eu me contorço de raiva, querendo te dar uma porrada na cara por tratar a maior parte das pessoas, que são idiotas, sem o menor sentido de dó, de pena, de miséria no coração. Você argumenta um valor social mais alto, mas mentiroso. Você mente tratando a todos igualmente.
Você não tem pena de ninguém, mas você sabe pôr a culpa em todo mundo.
O meu desinteresse por você cresceu a partir do momento em que eu percebi que posso muito bem levar a vida sem você:
sem suas culpas,
sem suas limitações,
sem suas modas e tendências,
sem seus ditos populares e sem o "começar de novo" daquele chato do Ivan Lins, aquela dor no ovo...
Como eu disse, eu não estou interessado.
Não me fale mais nada, porque você já falou demais.
Você já opinou
grotescamente
dizendo como a vida deveria ser,
me disse para comprar eletrodomésticos nesse e naquele lugar,
me disse que faria um preço mais baixo,
me disse que sua fórmula é melhor para minha saúde.
Vou repetir para você entender: eu não estou interessado.
E toda vez que eu vir um de seus amigos
fazendo essas propagandas mentirosas,
acreditando que a fala pode ser bela
sem que diga a verdade,
eu vou repetir um milhão de vezes:
não tenho o menor interesse:
eu te desprezo.
Por mais que você pense que é um(a) herói(na), eu estou cagando os montes para seu sacrifício (foi mesmo um sacrifício? Que pena, heróis antigos não se sacrificavam, mas transbordavam, davam o que davam porque era excesso... faziam o que era preciso sem essa notinha com o imposto já descontado, como nossos heróis e heroínas atuais, você sabe, como diz o ditado: "benefícios alegados, pagos estão", era assim que destilava a venenosa da minha mãe...)
Mas como eu dizia: não estou interessado!
Você não reparou, mas o meu olhar para você, staring, na verdade não te admira, ele olha, mas é um olhar de escárnio.
Eu zombo de você a cada propaganda que você faz,
toda vez que você diz que algo ou alguém é melhor,
eu já penso exatamente o contrário.
Se você diz algo, eu penso que na verdade você está vivendo o oposto. Você é desonesto e mentiroso.
Quando você diz coisas que todo mundo toma como sábias, eu me contorço de raiva, querendo te dar uma porrada na cara por tratar a maior parte das pessoas, que são idiotas, sem o menor sentido de dó, de pena, de miséria no coração. Você argumenta um valor social mais alto, mas mentiroso. Você mente tratando a todos igualmente.
Você não tem pena de ninguém, mas você sabe pôr a culpa em todo mundo.
O meu desinteresse por você cresceu a partir do momento em que eu percebi que posso muito bem levar a vida sem você:
sem suas culpas,
sem suas limitações,
sem suas modas e tendências,
sem seus ditos populares e sem o "começar de novo" daquele chato do Ivan Lins, aquela dor no ovo...
Como eu disse, eu não estou interessado.
Não me fale mais nada, porque você já falou demais.
Você já opinou
grotescamente
dizendo como a vida deveria ser,
me disse para comprar eletrodomésticos nesse e naquele lugar,
me disse que faria um preço mais baixo,
me disse que sua fórmula é melhor para minha saúde.
Vou repetir para você entender: eu não estou interessado.
E toda vez que eu vir um de seus amigos
fazendo essas propagandas mentirosas,
acreditando que a fala pode ser bela
sem que diga a verdade,
eu vou repetir um milhão de vezes:
não tenho o menor interesse:
eu te desprezo.
(dedicado a todos publicitários, desenvolvedores de marketing, especialistas em propagandas e outros mentirosos. Um jato de vômito em todos vocês.)
Visão
Sunday, 4 January 2009
2009
"Um homem precisa viajar.
Por sua conta,
não por meio de histórias,
imagens,
livros ou TV.
Precisa viajar por si,
com seus olhos e pés,
para entender o que é seu.
Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar o calor.
E o oposto.
Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos,
e não simplesmente como é
ou pode ser;
que nos faz professores e doutores do que não vimos,
quando deveríamos ser alunos,
e simplesmente ir ver."
(copiado de blogs e outras coisas irresponsaveis que naop usam citar a fonte)
Por sua conta,
não por meio de histórias,
imagens,
livros ou TV.
Precisa viajar por si,
com seus olhos e pés,
para entender o que é seu.
Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar o calor.
E o oposto.
Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos,
e não simplesmente como é
ou pode ser;
que nos faz professores e doutores do que não vimos,
quando deveríamos ser alunos,
e simplesmente ir ver."
(copiado de blogs e outras coisas irresponsaveis que naop usam citar a fonte)
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