tipos de pessoas irritantes:
as que chamam um vinho pelo nome.
as que tratam o que fazem com deferência excessiva.
as que tratam as pessoas diferentemente dependendo de sua classe.
as que acham que conhecer nomes de temperos = gourmandise.
as que nunca vêem os filmes errados, ouvem as músicas erradas, comem as coisas erradas, jogam água pra fora da bacia, não acham que feijão com macarrão é maravilhoso, nunca comeram pão com manteiga molhado no café com leite.
as pessoas que nunca comem as coisas certas, nunca vêm os filmes certos, nunca ouvem as músicas certas e se jactam disso.
as que dão muita importância a seu passado.
as que desprezam a possibilidade de conhecer algo novo.
as que nunca conhecem nada novo porque já viram de tudo.
as que nunca sonharam ser o que não são.
as que usam ironia em vez de honestidade em momentos de tensão.
as que não suportam tensão.
as que não sabem de nada.
as que têm a última palavra.
Eu acrescentaria:
as que falam pausadamente, quase soletrando, para mostrar que sao muito controladas.
as que odeiam trabalhar e odeiam quem trabalha.
Eh melhor eu parar.
A historia do macarrao com feijao me deu uma fome danada!
Monday, 9 April 2007
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
Ei Renato,
ReplyDeleteacho que se a gente fizer uma força acrescenta mais um bocado de itens:O. Eu, lendo seu post abaixo resolvi puxar pela memória e vi que...eu não tenho idéia de nada relacionado a escola. Achei até estranho, mas Jesus, não é uma hora esse negócio de faculdade passa memso? puxa.
E a onda de retardamento é mundial. Uma revolução se aproxima, acredito, porque disso não passa não. Não é possível.
beijão
Aliás, acho qu ando meio retardada também. XI, a carapuça serviu:O
ReplyDeleteeu, por exemplo, morro de medo das pessoas que têm idéias. procuro me manter a quilômetros desses seres intergaláticos. a coisa é muito contagiosa. esses são daquela ordem dos que se acham, sem a menor dúvida.
ReplyDeletecomo não poderia deixar de ser, nesse meu serzinho empertigado e acreditado de si próprio, lido e escrevido e, por conseguinte, bastante pernóstico, coisa típica daqueles que pegam na taça de vinho com pinça para não esquentar a coisa, gente com sobrenome (sou alguém muito importante, como podem perceber), essas coisas, afinal um milionésimo de grau centígrado a mais é coisa intolerável, e assim vive derivando em tergiversações, vômitos verdes espumantes e grudentos e quaisquer tipos de conversinhas paralelas sobre si próprio, eu, de volta ao que interessa, se é que algo interessa, mas é que eu preciso acreditar que sim pois senão jogo esse pc pela janela no próximo segundo, detesto quem dá qualquer tipo de valor àquilo que sabe, ou ainda quem tem certeza de que suas crenças são fundamentais para o planeta, universo e coisa, seja de que modo for. pois afinal, crenças fundamentais me parecem coisa de manicômio. eta povinho acreditante...adoro palavras fresquinhas, inventadas, vírgulas esquisitas, demais esquisitices, nexos inoportunos, coceiras, pululações, melecas, assim... também, chega de ficar fazendo coisa. vou ficar parado e ver no que dá. ponto final. não vou tentar mais nada. quero só ver. muito edificante. hm..... construtivismo... sei. detesto religião, deus, conduta. não tenho conduta. afinal, não vim com bula, e não vejo nenhum sentido em ficar engolindo papel. foda-se eu. esse assunto não me interessa. doutorado é delícia horrível.
ReplyDeletetem aquele euzito do lado de lá, e tem também o do lado de cá. um construtivismo outro destrutivismo. estou querendo o segundo, para ver se alguma coisa acontece pois, como já observado diligentemente acima, não vou fazer porra nenhuma. não ando querendo empilhar o menor tijolo e, o pior é que, além de também não querer querer empilhá-los, não vejo qualquer sentido em querer querer querer empilhá-los. esse cálculo diferencial não sai do lugar. quero tomar banho de cachoeira linda. aí eu resolvo. um dia faço alguma coisa que presta e, entrando no guiness, vou ver aquele alizito lá dentro e, tomado por incontornável léseira, vou acreditar (mesmo!) que virei dotô. assim: fui!, afinal, coisa. olha só que bacana... vou ficar todo metidinho, que nem eleonora. um traste insuportável, segurando taça com pinça, super seguro e rempli de mi même. que felicidade! assim exercito minha vocação inata e evidente (cientificamente evidente) para astro de filme pornô.
ReplyDeleteaceita um espumante (pt. interrogação)
ReplyDelete