Monday, 31 March 2008
Saturday, 29 March 2008
Friday, 28 March 2008
Da serie "pessoas elegantes" que te fazem sentir orgulho do Brasil
Jair e Claudia Leite
Leite bom na minha cara
e mau na cara dos caretas
Quer comparar charme?
Bem, veja o Boris Yeltsin dancando entao, e aprenda o que eh charme:
E da-lhe mais:
Leite bom na minha cara
e mau na cara dos caretas
Quer comparar charme?
Bem, veja o Boris Yeltsin dancando entao, e aprenda o que eh charme:
E da-lhe mais:
Thursday, 27 March 2008
Wednesday, 26 March 2008
A impecavel Bruni
Olho o noticiario no channel five, e vejo o presidente frances falando em frances dentro do parlamento. A materia jornalistica segue, mostrando a primeira dama francesa, Carla Bruni. O comentario final da reportagem, depois de todas as questoes politicas discutidas, foi a beleza e elegancia de Carla. Eu quisera ter tirado umas imagens dela sentada majestosamente ao lado da rainha. Vai ser bonita assim no caixa-prego, so!
Tuesday, 25 March 2008
Sunday, 23 March 2008
Saturday, 22 March 2008
O guia de boa aparencia na praia para os homens
Descobri esse video que ensina aos ingleses como fazer para parecer bem nas "lindas" praias britanicas. O video parece ser ambientado na praia de Scarborough, cidade de comercio medieval que inspirou aquela musica "Are you going to Scarborough Fair?". Provavelmente uma das praias mais feias que eu ja vi na minha vida.
Reparem os macetes finais na ora de escolher quais livros para ler. "Praia eh para fazer poses, e nao exercicios", eh uma das frases de ouro desse video.
A Men's Guide To Looking Good On The Beach
Reparem os macetes finais na ora de escolher quais livros para ler. "Praia eh para fazer poses, e nao exercicios", eh uma das frases de ouro desse video.
A Men's Guide To Looking Good On The Beach
Friday, 21 March 2008
Davizao

Otavio me enviou a figura. E logo apos eu leio na Ciencia Hoje, gentilmente enviada pelo CNPQ aos estudantes exilados, quer dizer, no exterior:
Um aumento de 5 kg/m2 no corpo de uma pessoa, ou o fato de seu Indice de massa corporal ser superior a 25kg/m2 (para calcular: divida seu peso em quilos pelo quadrado de sua altura em metros)
causa:
adenocarcinoma esofagiano em 52% dos homens e 51% das mulheres;
problemas com glandula tireoide em 33% dos homens;
cancer de intestino e rins em 24% dos homens e 34% das mulheres;
cancer de vesicula biliar em 59% das mulheres.
Outros tipos de cancer, como o de pele, tambem podem ocorrer devido a obesidade.
O estudo foi feito por Andrew Renehan, do hospital Christie da Universidade de Manchester (UK), com o estudo de 282.137 casos em 221 bancos de dados. A obesidade eh a causa de morte de aproximadamente 30 mil pessoas por ano no REino Unido, e de 300 mil nos EUA.
Renehan sugere que medidas sejam adotadas para a reducao da obesidade:
treinar profissionais;
restringir propaganda de alimento muito caloricos;
limitar o acesso a comidas nao saudaveis em escolas e no trabalho;
aumentar os impostos sobre bebidas com acucar e gordura;
baixar o preco de alimentos saudaveis;
promover a atividade fisica.
O que me impressiona, nesse ultimo paragrafo, eh a hipotese do medico de que a populacao eh constituida por bando de retardados mentais que necessitam de um governo interferente para guia-la e livra-la da morte, atraves de medidas bem socialistas...
Rimas
Não me importo com as rimas
Não me importo com as rimas. Raras vezes
Há duas árvores iguais, uma ao lado da outra.
Penso e escrevo como as flores têm cor
Mas com menos perfeição no meu modo de exprimir-me
Porque me falta a simplicidade divina
De ser todo só o meu exterior.
Olho e comovo-me,
Comovo-me como a água corre quando o chão é inclinado,
E a minha poesia é natural como o levantar-se o vento...
Não me importo com as rimas. Raras vezes
Há duas árvores iguais, uma ao lado da outra.
Penso e escrevo como as flores têm cor
Mas com menos perfeição no meu modo de exprimir-me
Porque me falta a simplicidade divina
De ser todo só o meu exterior.
Olho e comovo-me,
Comovo-me como a água corre quando o chão é inclinado,
E a minha poesia é natural como o levantar-se o vento...
Alberto Caeiro
Thursday, 13 March 2008
Saudade de manha
Saudade de acordar as 6 da manha, atravessar a rua e ir comer um pao quentinho do outro lado da rua, numa manha calorenta mas fresca de ceu azul. Porque hoje, se eu acordo as 6, vou esperar a preguica inglesa acordar somente lah por volta das 9 da manha, e vou me sentir um fantasma vagando pela cidade fria, ceu cinza desde as 6 da manha - Quem eh aquele doido vagando pelas ruas? Ah, eh aquele brasileiro doido!
Saudade de padarias e padeiros, paes franceses quentinhos e quitutes de toda especie, coisa de Portugal, Franca, raizes latinas, mas que a barbarie nao conheceu para ter gostado e coisa que essa Inglaterra nao tem. Contente-se com os paes de forma e outras imitacoes murchas e frias de pao.
Saudade de fazer minha caminhada de manha pela praca da liberdade, resmungando xingamentos contra os edificios da redondeza, quase trombando com outros curiangos que logo cedo povoam aos milhares o espaco da praca, correndo. O ceu azul, flores brasileiras, o calor de uma manha fresca. Aqui, correr soh se for do frio lah fora, seis meses fritando os bretaos, reis da obesidade, que deveriam correr, dar a volta ao mundo pra emagrecer.
Saudades de ouvir a passarinhada acordada logo cedo, chilreando e perturbando todo mundo das arvores de folhas largas e cheirosas, cantos de diferentes passaros, a manha cheia de vida desde o principio. Saudade porque aqui a biodiversidade foi reduzida a umas poucas especies, soh tem gralha preta pior que urubu, as arvores ficam sem folhas durante seis meses e sao as mesmas arvores o tempo todo. Ah, e se ha flores, sao sempre narcisos amarelos, bonitos primeiro e tediosos depois.
Saudade de uma miriade de pequenas coisas que fazem a diferenca maior, mas que, soh quando amanhece, eh que meu coracao reconhece que eu preciso parar de chamar meu pais de país de ladroes, de país de filhos da puta, de país de gente bundinha, e apesar de ser mesmo tao mal povoado, dar o braco a torcer e reconhecer: eh muito, muito bonito, inigualavel, e eh um desperdicio. Tanta saudade que dah vontade de prometer que vou combater o estrangeirismo bastardo e a natural disposicao de fazer merda do brasileiro - tudo em nome de um sonho que eh ver de novo as manhas quentes e luminosas de marco.
Saudade de padarias e padeiros, paes franceses quentinhos e quitutes de toda especie, coisa de Portugal, Franca, raizes latinas, mas que a barbarie nao conheceu para ter gostado e coisa que essa Inglaterra nao tem. Contente-se com os paes de forma e outras imitacoes murchas e frias de pao.
Saudade de fazer minha caminhada de manha pela praca da liberdade, resmungando xingamentos contra os edificios da redondeza, quase trombando com outros curiangos que logo cedo povoam aos milhares o espaco da praca, correndo. O ceu azul, flores brasileiras, o calor de uma manha fresca. Aqui, correr soh se for do frio lah fora, seis meses fritando os bretaos, reis da obesidade, que deveriam correr, dar a volta ao mundo pra emagrecer.
Saudades de ouvir a passarinhada acordada logo cedo, chilreando e perturbando todo mundo das arvores de folhas largas e cheirosas, cantos de diferentes passaros, a manha cheia de vida desde o principio. Saudade porque aqui a biodiversidade foi reduzida a umas poucas especies, soh tem gralha preta pior que urubu, as arvores ficam sem folhas durante seis meses e sao as mesmas arvores o tempo todo. Ah, e se ha flores, sao sempre narcisos amarelos, bonitos primeiro e tediosos depois.
Saudade de uma miriade de pequenas coisas que fazem a diferenca maior, mas que, soh quando amanhece, eh que meu coracao reconhece que eu preciso parar de chamar meu pais de país de ladroes, de país de filhos da puta, de país de gente bundinha, e apesar de ser mesmo tao mal povoado, dar o braco a torcer e reconhecer: eh muito, muito bonito, inigualavel, e eh um desperdicio. Tanta saudade que dah vontade de prometer que vou combater o estrangeirismo bastardo e a natural disposicao de fazer merda do brasileiro - tudo em nome de um sonho que eh ver de novo as manhas quentes e luminosas de marco.
Eu ainda sonho com ela
Falando em franceses, aflorou aquele lado forte, barango, atraves dessa cancao que gravou no meio do meu cerebro e toca sem parar. Me lembra os anos 70, no iniciozinho. Reparem a cantora fazendo voz de ninfeta sexy, com palpebras semi-cerradas berrrando que eh sensual. Um primor de camp.
J'ai encore rêvé d'elle
Deixo de saber, estou apaixonado com a musica...
Estou apaixonado.
J'ai encore rêvé d'elle
Deixo de saber, estou apaixonado com a musica...
Estou apaixonado.
Aparecer
Benjamin Iche e Maxime Kelly, ou Pedje and Kelly descobriram uma receita de chamar a atencao e virar celebridade na Franca: fazer cara baby-face, mostrar o corpo, escolher uma boa trilha musical e polemizar na sexualidade. Vira isso:
O sucesso dos dois virou jornal:
Adaptando um pensamento do Assis Chateaubriand comentado por Mauricio: "Antigamente gente famosa aparecia. Hoje quem aparece, fica famoso."
O sucesso dos dois virou jornal:
Adaptando um pensamento do Assis Chateaubriand comentado por Mauricio: "Antigamente gente famosa aparecia. Hoje quem aparece, fica famoso."
Global sensacionalistas
"...o mito do aquecimento global tenta fazer com que seus crentes retrocedam na lembranca a uma era de ouro, perdida, de estabilidade climatica. ou, empregando um termo moderno, de 'sustentabilidade climatica'. Infelizmente a idea de 'sustentabilidade climatica' ou 'clima sustentavel' eh um total paradoxo. O fato de que tenhamos redescoberto a mudanca climatica na virada do milenio nos diz mais sobre nos mesmos, sobre nossos desejos e nossas taticas do que sobre o clima mesmo. Os oponentes ao aquecimento global sao frequentemente chamados ironicamente de "climate change deniers' (negadores da mudanca climatica); mas precisamente o oposto eh que eh verdade - sao os que clamam que ha uma mudanca global do clima que na verdade negam que o clima sempre se modificou, e que essa mudanca eh uma norma da natureza."(*) Philip Stott
Bom pra caramba o artigo de Philip Stott, pra espantar o mito barthesiano do aquecimento global infiltrado na cultura burguesa. Vamos esperar esse inferno que foi um dos mais frios nos EUA e no mundo passar e aih pararemos de ser burrinhos de presepio dessa ideologia tola.
(*)"... the global warming myth harks back to a lost Golden Age of climate stability, or, to employ a more modern term, climate 'sustainability'. Sadly, the idea of a sustainable climate is an oxymoron. The fact that we have rediscovered climate change at the turn of the Millennium tells us more about ourselves, and about our devices and desires, than about climate. Opponents of global warming are often snidely referred to as 'climate change deniers'; precisely the opposite is true. Those who question the myth of global warming are passionate believers in climate change - it is the global warmers who deny that climate change is the norm."
Bom pra caramba o artigo de Philip Stott, pra espantar o mito barthesiano do aquecimento global infiltrado na cultura burguesa. Vamos esperar esse inferno que foi um dos mais frios nos EUA e no mundo passar e aih pararemos de ser burrinhos de presepio dessa ideologia tola.
(*)"... the global warming myth harks back to a lost Golden Age of climate stability, or, to employ a more modern term, climate 'sustainability'. Sadly, the idea of a sustainable climate is an oxymoron. The fact that we have rediscovered climate change at the turn of the Millennium tells us more about ourselves, and about our devices and desires, than about climate. Opponents of global warming are often snidely referred to as 'climate change deniers'; precisely the opposite is true. Those who question the myth of global warming are passionate believers in climate change - it is the global warmers who deny that climate change is the norm."
Monday, 10 March 2008
Apresse o rio, que sozinho ele é muito devagar.
Hoje eu fiquei sem dormir, em parte por ansiedade com minha reunião para terminar a versão definitive, em parte porque fui arremessado em pensamentos num mundo que muito raramente eu conheço: aquele onde é possível fazer planos para o futuro, e sonhar com a realização desses planos.
Para mim é raro ter esses tais planos, mais que um foco estendido sobre um caminho já em curso: foi assim planejar vir para cá, foi assim ser feliz no meu último apartamento (que era uma tristeza de bagunçado, mas eu era muito feliz) e vem sendo assim muita coisa que eu, ao invés de decidir, vou empurrando e vendo e medindo para ser aquilo que a gestalt terapia me traumatizou – e eu vou levar anos pra me desvencilhar: para ser o homem das preferências, ao invés de ser o homem das decisões. Para os que ganharam dinheiro nos anos 70 escrevendo a empulhação dos livros de gestalt terapia, a mensagem era a de que “preferir” era melhor que “decidir”, como se isso fosse um agente revelador da sensibilidade humana, agora reluzente após o lustro da gestalt. E eu, bobo que fui, cai nessa.
Mas eu não queria resmungar aqui. Não.
Fiquei sem dormir, mas sonhando. Sonhando e pensando possibilidades, todas igualmente possíveis, e todas igualmente frágeis. Porque sim, sonhos e desejos, quando estão se tornando parte da consciência, são como uma paisagem na névoa, se formando. Largando a bobagem ‘gestaltiana’ de “preferir” ao invés de decidir, quero mesmo é me decidir por meus sonhos, que eu bem sei podem se volatilizar daí a um segundo. Essa história de “preferências”, agora eu vejo, é fugir da responsabilidade de amar e ser feliz.
Para mim é raro ter esses tais planos, mais que um foco estendido sobre um caminho já em curso: foi assim planejar vir para cá, foi assim ser feliz no meu último apartamento (que era uma tristeza de bagunçado, mas eu era muito feliz) e vem sendo assim muita coisa que eu, ao invés de decidir, vou empurrando e vendo e medindo para ser aquilo que a gestalt terapia me traumatizou – e eu vou levar anos pra me desvencilhar: para ser o homem das preferências, ao invés de ser o homem das decisões. Para os que ganharam dinheiro nos anos 70 escrevendo a empulhação dos livros de gestalt terapia, a mensagem era a de que “preferir” era melhor que “decidir”, como se isso fosse um agente revelador da sensibilidade humana, agora reluzente após o lustro da gestalt. E eu, bobo que fui, cai nessa.
Mas eu não queria resmungar aqui. Não.

Fiquei sem dormir, mas sonhando. Sonhando e pensando possibilidades, todas igualmente possíveis, e todas igualmente frágeis. Porque sim, sonhos e desejos, quando estão se tornando parte da consciência, são como uma paisagem na névoa, se formando. Largando a bobagem ‘gestaltiana’ de “preferir” ao invés de decidir, quero mesmo é me decidir por meus sonhos, que eu bem sei podem se volatilizar daí a um segundo. Essa história de “preferências”, agora eu vejo, é fugir da responsabilidade de amar e ser feliz.
13?
Vaticano publica novos pecados capitais:
1. Fazer modificação genética
2. Poluir o meio ambiente
3. Causar injustiça social
4. Causar pobreza
5. Tornar-se extremamente rico
6. Usar drogas
Saturday, 8 March 2008
Doctor Zhivago
Tulim pediu um filme de drama, e eu disse que sim, mandei esse.
E fiquei com vontade de fazer um peh de meia e ir ver de perto isso:
E fiquei com vontade de fazer um peh de meia e ir ver de perto isso:
Friday, 7 March 2008
Reciprocidade com a Espanha
Parabens a imigracao do aeroporto de Sao Paulo onde os oito espanhois foram barrados e retornaram. Parabens ao Itamaraty por adotar reciprocidade nas relacoes com Espanha. Muito boa a repercursao do fato que virou um incidente internacional e que vai mudar um pouco a politica amiga com que nos tratamos os turistas espanhois em territorio brasileiro.
Wednesday, 5 March 2008
O fim de Londres

Fui em viagem a Londres por um dia, minha amada Londinum, e – tadinha – ela estava a beira de um colapso, de tanta gente, tantas coisas, muita poluição, medo e mais medo dos mulçulmanos terroristas, medo ainda de que suas crianças sejam sequestradas por pedófilos, medo da polícia que se tornou arrogante e paranóica.
St. Pancras, a estação que é, no meu entendimento, a expressão da feiura funcional, estava igualmente assoberbada de pessoas por causa do Eurostar, medo de terroristas franceses chegando. Nenhuma lata de lixo, nada que possa conter bombas, em todos os lugares, milhoes de câmeras.
O metrô é onde toda a fragilidade londrina se manifesta: apesar das novas estações luxuosas como a Victoria ou a propria St Pancras nova, outras tantas estações caindo aos pedaços, com o movimento mecânico de vai e vem das pessoas a pôr em tudo uma falta de sentido, como se a vida fosse assim mesmo: os metrôs fazem parte dela, ó santa estabilidade burguesa, porquê então estranhar?
Próximo ao Marble Arch, onde fui, lugares e praças mortos, cercados, ilhados por carrros, cercas, jardins impossíveis. O amontoado de edifícios cujo sentido se perde, e você fica ali imaginando: poxa, como isso poderia ser diferente então?
Londres é hoje uma cidade feia e desengonçada, com poucas coisas a lembrar uma vida mais calma e que agora se agita em contradições políticas e raciais a cada esquina, onde é possível gastar tubos de dinheiro ficando em casa assistindo Big Brother, onde a vida alcançou uma baixa qualidade, provavelmente a pior entre as cidades europeias.
Não adianta visitar antes que acabe: já acabou mesmo.
Sunday, 2 March 2008
"Heróis existem. Não desperdice o direito que eles tanto lutaram e conquistaram para você. Vote!",
Eh isso aih! , vamos destruir o portugues!
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